Troca de Abadás do Trivela 2008.

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Mica Fashion é prévia do Carnaval em Salvador.


Jammil gravará DVD para comemorar dez anos.
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A BANDA

Formada por Bell Marques, Wadinho Marques, Rey, Waltinho Cruz e Deni, originou-se de um grupo chamado Scorpius, que se apresentava em festas de formatura e era considerado um autêntico conjunto de bailes. Desse grupo já faziam parte Bell e Wadinho, que mais tarde vieram se unir com os demais integrantes.

Em 1980, abraçando a idéia de Bell de tocarem em trio elétrico, foram contratados pelo Bloco Traz os Montes para tocarem no carnaval daquele ano. No ano seguinte, o engenheiro de som Wilson Marques sugeriu e pos em prática uma idéia revolucionaria de fechar toda a lateral do trio com caixas de som e usar equipamentos de potência transistorizada, passando todos os músicos a tocarem na parte superior do trio, causando assim, na época, grande diferença dos demais,

Em 1982, foram convidados pela Bacarola, subsidiária da gravadora Ariola, para gravarem um disco, surgiu a vontade de trocar o nome da banda. Pediram sugestão a Nildão, cartunista e artista gráfico, um nome que criasse polêmica e causasse impacto. Nildão, sugeriu: CHICLETE COM BANANA.

Agora... Como explicar para os amigos e a imprensa o porquê da mudança de nome?

O grupo começou a inventar várias estórias que chegaram a tornar-se lendas, como por exemplo: A banda tinha terminado um baile numa cidade do interior e não tinha onde comer, chegaram numa barraca e lá só tinha chiclete e banana.

Outra lenda engraçada é a de que um DISCO VOADOR tinha pousado numa praia e escrito na areia o nome CHICLETE COM BANANA.
Com o nome já escolhido, gravaram então o 1º LP em 1982. O disco "TRAZ OS MONTES" vendeu pouco, só mesmo regionalmente. Na seqüência gravaram o 2º LP, "ESTAÇÃO DAS CORES", já com o selo CONTINENTAL.
As músicas mais executadas foram "MEU BALÃO" e "ESTAÇÃO DAS CORES".

Em 1984, lançaram o LP "ENERGIA". O disco teve grande importância, não pela vendagem, mas pela divulgação da música "MISTÉRIO DAS ESTRELAS" em todas as rádios baianas.

A música foi o primeiro grande salto da banda e a vendagem do disco só não teve boa performance devido a uma decisão da Censura Federal de recolher todos os exemplares que se encontravam nas lojas. As causas foram duas músicas, "APENAS VENÇA", letra de Bell e "MINHA GATINHA EMACROU", de Missinho e Jonne, por acharem que estas feriam os moldes políticos e a moral daquela época.

Neste perfil da banda CHICLETE COM BANANA traçado até aqui, é interessante salientar as mudanças pitorescas no que diz respeito a instrumentos e músicos. Ainda como banda SCORPIUS, Bell, que antes tocava teclado e cantava músicas estrangeiras de astros como ROD STEWART, PAUL McCARTNEY e ELTON JOHN, tornou-se baixista. Já Wadinho, hoje no teclado, tocava guitarra e Rey trocou a guitarra pela bateria.

Até abril de 1986, o CHICLETE COM BANANA era composto por 8 integrantes. Tinham 2 guitarristas (MISSINHO e JONNE) e 3 percussionistas (WALTINHO, DENNY e RUBINHO). Sairam então Missinho e Rubinho, ficando apenas 6 integrantes. Com a saída de Missinho, que era um bom compositor e músico, o público passou a achar que a banda não daria a volta por cima. O lançamento do disco "GRITOS DE GUERRA" fez com que a apreensão do público caísse por terra. A banda vendeu entre 750 e 800 mil cópias, recebendo 3 discos de platina e marcando assim o início do "FENÔMENO" chamado CHICLETE COM BANANA.

Rompidas as barreiras regionais com "GRITOS DE GUERRA", a banda recebeu o apadrinhamento de uma pessoa muito especial e que já foi o maior comunicador brasileiro, o Velho Guerreiro Chacrinha. Ele gostou tanto da apresentação que o grupo chegou a participar 23 vezes do Programa do Chacrinha com a música "GRITOS DE GUERRA".

Em função de todo o processo de apresentações para divulgação nas emissoras de televisão no eixo Rio-São Paulo, surgiu a promessa de Bell e Wadinho à "Rainha dos Baixinhos", XUXA, de comporem uma música para o seu novo LP. Em 1988, Bell e Wadinho entregaram a XUXA a música "FESTA DO ESTICA E PUXA" que tornou-se carro chefe do seu disco, vendendo mais de 3 milhões de cópias.

Depois de "GRITOS DE GUERRA" veio o disco "FÉ BRASILEIRA", com 400 à 450 mil cópias vendidas, que é a média de discos da banda vendidos por ano, ou seja, 4 Discos de ouro e 1 de Platina.

Desde 1982 o CHICLETE COM BANANA faz experiências com todo estilo de música, do rock ao forró. Buscavam, com isso, injetar na nossa música um jeito peculiar e especial de ser. Essa grande salada de ritmos, leva até hoje o grupo às paradas de sucesso em todo o país, transformando em hit, nas rádios de todo o Brasil, sete a oito músicas por disco, façanha rara entre artistas nacionais.

Toda banda que se preza teve seu dia de tragédia, como conta Wadinho bem-humorado: - "Há dez anos, uma banda baiana chegou à cidadezinha mineira de DIVINÓPOLIS para um show no estádio local. Envolvidos com os últimos "aprontes" no hotel, nós, intrépidos artistas, esperávamos a hora de agitar a galera com o nosso suingue. Foi quando o produtor local chegou dando a triste notícia de que o público do estádio se resumia a 5 pagantes. Este produtor na verdade ouviu a nossa música duas vezes numa rádio, encontrou três pessoas que nos conheciam num bar da cidade e achou que a gente ia arrasar. O interessante deste episódio é que, decorridos alguns anos, a história se reverteu e os cinco pagantes deste fato tragicômico assistiram na mesma cidade (como convidados especiais da banda Chiclete com Banana) um grande show da banda, que tinha estourado em todo o país com o disco "GRITOS DE GUERRA".

A trajetória da Banda ainda inclui as passagens em blocos de Carnaval. Começaram com o "TRAZ OS MONTES", um bloco da garotada da Barra. Depois ficaram por 2 anos no "TRAZ A MASSA", que era um bloco mais popular, o que nunca incomodou a banda, pois suas músicas sempre atingiram tanto o público mais popular quanto o das classes mais altas. O Chiclete com Banana sempre contou com o apoio de um público fiel, constituído da mais variadas faixas etárias e que lotam clubes, ginásios, campos de futebol, casas de espetáculos e diversos outros locais em que o grupo se apresenta.
Receberam então o convite do bloco OS INTERNACIONAIS, onde tocaram por 4 anos. A banda lembra com muito carinho deste tempo de convívio com o bloco. Como o Chiclete já tinha o seu próprio trio, resolveu desvincular-se de blocos de Carnaval e tocar para o povão na rua, com ou sem patrocínio, pois já tinham uma estrutura montada e até sua própria produtora, a MAZANA.

Neste meio tempo apareceu a proposta tentadora do bloco CAMALEÃO. Era a oportunidade de tocar para um público diferente. Firmaram então contrato com o CAMALEÃO, onde estão até hoje. É interessante enfatizar que em todos os blocos que a banda Chiclete com Banana passou como contratada fez grandes amigos e até hoje recebe visitas dos seus diretores, sempre mantendo um ótimo relacionamento com eles.
Num bate-papo há alguns anos atrás com o pessoal do CAMALEÃO nasceu a proposta de lançar um bloco alternativo que desfilasse no circuito Barra-Ondina. Bell então sugeriu que o nome fosse "NANA BANANA" e Pedrinho da Rocha criou a logomarca. O sucesso foi tão grande que o "NANA BANANA" arrematou vários prêmios como, Melhor Bloco Alternativo, Melhor Abadá, etc.

O sucesso sempre andou lado a lado com o Chiclete, que desde o lançamento dos primeiros discos teve excelentes vendagens. Até hoje são mais de 7 milhões e 800 mil cópias vendidas, somando-se 12 discos de Ouro e 10 discos de Platina, além de inúmeros troféus, como: Prêmio Sharp de Música, Antena de Ouro - ano XX, Troféus Dodô e Osmar, Troféu Caymmi, Bahia Folia, entre tantos outros que receberam em sua trajetória musical de absoluto sucesso.

O Chiclete sempre surpreendeu os mais desavisados: A liberdade de criação e o descompromisso com rótulos, faz com que a sua música circule por vários caminhos. Seja no ritmo ou nas letras, nada detém o vôo das mentes criativas dos seus integrantes, que em várias ocasiões substituíram a linguagem simples e comercial registrando em seus discos músicas, como: "INTELECTO", "JANELA x JANELA", "MACACOS ME MORDAM", "MUDE ESSE MUNDO", "QUE FORÇA É ESSA", "PEDACINHO DO CÉU", "INSTRUMENTAL", "BATUQUE NO CAIS", "MENINA DO CATERETÊ", "ESSA MULHER É MINHA", "MEU CABELO DURO É ASSIM", "FAZER AMOR", "DELÍCIA PARA TI", "CHICLETE CHOPP", entre outras que se misturaram aos hits super executadas nas rádios de todo o Brasil.

Com dosagens balanceadas de ousadia, organização, intuição e um grande carinho pelo seu público, o Chiclete ultrapassou as fronteiras do Brasil e foi mostrar seu swing na França, Espanha, Alemanha, Holanda, Estados Unidos da América e Argentina, onde o 12º disco do grupo foi lançado, alcançando uma significativa vendagem.

Em junho de 1995, a banda CHICLETE COM BANANA, realizou uma excursão pela Europa onde participaram de vários festivais, entre eles os de JAZZSTADT, em Tubinger, na Alemanha e no FESTIVAL DE MONTREUX, na Suiça. Os componentes do grupo voltaram surpresos com a grande aceitação da banda no exterior. Em Tubinger, mais de quatro mil pessoas assistiram ao show numa praça pública. Muita gente era do Brasil, mas havia também um grande público alemão pulando e curtindo ao som do Chiclete. Em MONTREUX, no Palco STRAVINSKI, a banda encerrou o FEST' IN BAHIA (noite dedicada a música baiana).

Em janeiro/fevereiro de 1997, a Banda Chiclete com Banana lança o mais novo e revolucionário "CD AO VIVO" , numa iniciativa da banda e da gravadora BMG-Ariola. O CD ao vivo "Chiclete é Festa" é mais um marco em inovação na carreira da banda. O 1º disco gravado ao vivo transformou-se num dos maiores sucessos atuais. Durante o Carnaval de 97 em Salvador, pela primeira vez foi feita uma gravação em cima de um trio elétrico. Diversos microfones foram instalados nas laterais do trio do Chiclete, para captar assim, a reação do público e o ambiente. Com tudo isto, o CD do "Chiclete É Festa" registra a mais pura emoção do público com a sua banda.

O CD "Chiclete é Festa" AO VIVO, mostrou exatamente a dimensão que a banda Chiclete com Banana tem de empatia, alegria e entusiasmo com o público. Além da vibração do próprio Carnaval de Salvador ouvimos também as milhares de vozes cantando junto ao Chiclete. 250 mil cópias em menos de 25 dias de lançado foi o resultado desta idéia inédita.

Falar do Chiclete é falar do Carnaval de Salvador. É falar dos 26 carnavais fora de época que a banda participa, é falar dos milhões de discos vendidos, é falar das centenas de prêmios acumulados. Também não vamos nos prolongar mais descrevendo as origens, tradições e magia que a banda Chiclete com Banana tem, e que a tantos contagia.

Já em 1998, o CD "Bem me quer" foi para as lojas com algumas novidades: A música carro-chefe do disco, "Perfume do luar ", fez parte da trilha sonora de uma novela da Rede Globo. O CD também trouxe uma música feita especialmente para a banda pelo compositor e cantor Gabriel " O PENSADOR" ("NENHUMA") onde, com muito gingado e criatividade, Gabriel brinca com os baianos, falando da sua preguiça.

Em meados de novembro de 1999, o CD "Borboleta Azul" já estava na boca do povo. Este CD trouxe mais uma vez toda a força do Chiclete ao vivo. Foram nove músicas que o país cantou e outras quatro gravadas em estúdio. As gravações foram feitas em Micaretas de todo o Brasil, com todos os sotaques, para todos os gostos, em meio a "gritos de guerra", mas uma guerra pela paz. É o Chiclete fazendo a cabeça da galera, seja com cabelo pixaim ou com cabelo raspadinho. O importante é a cabeça feliz.

No carnaval de 2000 a Banda lança de novo mais uma mega novidade, o TIRANOSSAURO REX, o mais sofisticado trio elétrico do país. Batizado como o "PREDADOR DA TRISTEZA ", o novo trio da banda Chiclete com Banana tem um design arrojado e futurista, que foge aos padrões dos trios elétricos convencionais. O "REX" vem equipado com um sistema hidráulico super moderno, que permite movimentar o P.A. de som dianteiro conforme a movimentação do cavalinho de força (Caminhão). Vem equipado ainda com uma suspensão estabilizadora nas rodas traseiras, que permite corrigir a inclinação do trio elétrico e, no interior do trio, um camarim totalmente equipado com TV, ar condicionado, vídeo, computadores ligados à internet, etc.

Em 2001, o Chiclete lança o novo CD Universo Paralelo apostando que este terá, por baixo, 10 hits garantidos em todas as rádios do Brasil. Músicas como "Merengueira siga-me", "Ela não é não", "Nana Rumbeira", "Me leva com você" e "Vêm Nana" já são, com certeza, alguns dos grandes sucessos que o Brasil inteiro curte e dança nos shows e micaretas.

Depois vieram o CD e DVD Chiclete na Caixa, Banana no Cacho em 2003 e no fim de 2004 o Grande Sucesso - Sou Chicleteiro, que hoje em dia faz parte da coleção de CD´s qualquer micareteiro.

E aí está o Chiclete com Banana. Sem teorias nem mistérios para ser explicado. Ao longo dos anos se permitiu apenas caminhar exatamente no espaço entre os dois universos, utilizando a criatividade, aliada à emoção, para que a Alegria fosse eleita o melhor dos sentimentos. Para Bell Marques, Wadinho Marques, Rey, Waltinho Cruz e Deni, a ordem do dia é a busca da felicidade.

Foi assim que eles conquistaram um Brasil dos 8 aos 80 anos, um Brasil de brancos e negros, um Brasil de pobres e ricos.... um Brasil de UNIVERSOS PARALELOS.

FORMAÇÃO

Washington Bell Marques da Silva, vocal, guitarra, violão e compositor. Na adolescência, seu irmão Wilson, que na época trabalhava numa casa de som, pedia sempre para ele instalar alguns sons na região. Com isto, Bell ganhava o dinheirinho com que comprou seu primeiro instrumento para tocar com Rey, desde aquela época seu amigo. Formaram, então, a banda Scorpius, que consequentemente o transformou em vocalista e tecladista. Com a nova formação e a mudança de nome do grupo, Bell se tornou-se um dos maiores comunicadores de trio elétrico e revolucionou o bloco Traz os Montes, tocando ao invés de teclado, uitarra.

 

Começou a trabalhar aos 14 anos como oficce boy em um banco. Aos 17, fez concurso para escriturário e passou a trabalhar no gabinete da diretoria do banco. Em paralelo, criou um grupo: Os Barbáros, em conjunto com o irmão Wilson e alguns amigos. Depois criou a banda Os Eletrons, que tocava em bailes de formatura. Com outros amigos e o irmão Bell Marques, Wadinho formou a banda Scorpius, onde tocava guitarra. Na década de 80 a nova formação da Scorpius ( Bell, Wadinho, Waltinho Cruz, Missinho, Rubinho, Deni e Jonne ) foi tocar no grande carnaval da Bahia. Hoje, Wadinho toca teclado.

 

Walter Correia da Cruz Filho, percurssionista, estudava na Faculdade Rui Barbosa em Salvador cursando turismo. Paralelamente, jogava futebol profissional. Depois, conheceu alguns dos integrantes da banda e acabou juntando-se a eles.


 




Adenilson Urpia da Costa Cirne, percurssionista, sempre gostou de música. Foi DJ de algumas boates e clubes, onde utilizava muitos conhecimentos que obteve com Wilson Marques. Em seguida, foi convidado para ingressar na banda, pois Bell sentia que faltava a figura de um percurcionista em cima do trio elétrico.

 

 

 

Reinaldo Gramacho dos Santos, baterista, sempre gostou de futebol. Na sua infância vivia nas ruas jogando bola. Chegou a disputar campeonatos baianos até os 15 anos. Nas rodas de amigos, sempre estava presente tocando violão. Sua paixão pela música começou como uma brincadeira, chegou até a trabalhar 10 meses numa empresa para comprar uma guitarra. Junto com amigos, criou a banda Cacto's e começou a tocar pelos bailes de Salvador.
Depois de algum Tempo, terminda a banda, ingressou na Scorpius. As mudanças foram acontecendo e a luta continuou em busca do sucesso.

 

É o coração eletrizante do Chiclete com Banana. Logo aos 12 anos ganhou o seu primeiro violão e aos 13 fez um concerto solo no Clube Fantoche. Em 1967, já engajado no mundo artístico, criou seu primeiro conjunto batizado de Os Barbáros e, 6 anos depois, formou os Eletrons, banda que animava boates e bailes de formatura. Nas lojas Teltron, onde trabalhou como gerente, iniciou o seu contato com a área de som e tecnologia. Em 1981, já no trio elétrico, Wilson sugeriu e pos em prática um idéia revolucionária que consistia em fechar toda a lateral do trio com caixas de som, usando equipamentos de potência transistorizada. Assim, os músicos passaram o tocar na parte superior. Essa foi a maior revolução do trio elétrico na decada de 80. Dela lá pra cá, foram 8 títulos consecutivos na categoria melhor som de trio.
Em 2000, o Mago do Som surpreende mais uma vez e lança o TIRANOSSAURO REX, que talvez venha a ser a maior revolução da década.

Lelo, contrabaixista. Desde 2001, Lelo faz participações especiais nos shows do Chiclete com Banana.
Lelo participou também das gravações dos cd´s Santo Protetor e Chiclete na Caixa, Banana do Cacho, este último gravado ao vivo no Carnaval de Salvador em 2003 e do CD Sou Chicleteiro. Ou seja, já podemos considerá-lo integrante de maior banda de axé do Brasil.

 

 

 

DISCOGRAFIA


Sou Chicleteiro
2004 / 2005


Chiclete na Caixa, Banana no Cacho
2003


Santo Protetor
2001


Universo Paralelo
2000


São João de Rua
2000


Borboleta Azul
1999

Bem Me Quer
1998

É Festa - AO VIVO
1997

Para TI
1997

Menina dos Olhos
1996

Banana Coral
1995

13
1994

Chiclete com Banana
1993

Classificados
1992

Jambo Continental
1991

Toda Mistura Será Permitida
1990

Tambores Urbanos
1989

Fé Brasileira
1988

Gritos de Guerra
1987


Fissura
1986


Sementes
1985

Energia
1984

Estação das Cores
1983

Traz os Montes
1982

BLOCOS

O Bloco Camaleão foi criado em 1978 por jovens universitários de Salvador, que tinha como objetivo tornar o carnaval mais organizado empresarialmente. O nome foi uma sugestão do artista plástico Bel Borba, em homenagem aos camaleões que existiam na Praça da Piedade.

Pelo Camaleão já passaram grandes nomes da música baiana, como Luis Caldas, Sarajane e Carlinhos Brown. Mas, a partir de 1990 que o Camaleão iniciou a tradicional parceria com a Banda Chiclete com Banana e se firmou como o melhor bloco de trio elétrico de Salvador.



E, para comemorar todo esse sucesso, o Chiclete criou músicas que já fazem parte da história do bloco, como Cara Caramba Sou Camaleão, Meu Bem Quero te Amar e De Um Grito Aí.


A dobradinha Camaleão/Chiclete é reconhecida, a cada ano pelos principais prêmios concedidos as entidades carnavalescas da Bahia, o Camaleão é tetra-campeão dos Troféus Bahia Folia, da TV Bahia (Rede Globo) e do Troféu Dodo e Osmar, do Jornal A Tarde, como melhor bloco, melhor banda e melhor cantor. Além disso, seu trio-elétrico tem sido eleito, todos os anos, como o de melhor som na Avenida.


O sucesso do Camaleão no carnaval da Bahia é tão grande, que ganhou o Top de Marketing ADBV, concorrendo com empresas nacionais de grande porte, e por três vezes o Top of Mind ABAP.

Por isso, não só na Bahia o Camaleão desfila. em 1999 e 2000, o Camaleão animou a galera de Sampa no SPFOLIA, realizado no Sambódromo do Anhembi. E desde


O Nana Banana surgiu em 1993 para ser o alternativo do Camaleão. Hoje, ele é o bloco alternativo de maior sucesso no carnaval de Salvador e ainda está presente nas principais micaretas do Brasil.


O bloco é caracterizado por reunir gente jovem, bonita, alto-astral e multíssimo animada.
Seu desfile sempre acontecia nos dias de sexta e s
ábado que antecedem o carnaval oficial, no circuito Barra-Ondina, tradicionalmente com o Chiclete com Banana.

A partir do carnaval de 2000, o Nana Banana ganhou mais um dia no seu calendário, a quinta-feira, que sempre conta com a participacão especial de algum artista convidado. Nomes como Netinho, Banda Beijo e Ricardo Chaves já puxaram o Nana na quinta-feira. Atualmente quem comanda o Bloco no 1º dia de festa é a Banda A Zorra, recente revelação da música baiana. Na sexta e no sábado, o Chiclete passa a comandar o bloco com toda a sua energia..


O Bloco Voa-Voa surgiu no Carnaval de 2003 e veio para fazer o fechamento do Carnaval.
Ele é o último bloco a desfilar no Circuito Barra-Ondina. A galera só para de pular na manhã da quarta-feira de cinzas.
O Bloco é o maior sucesso desde o carnaval de 2003 e a cada ano que passa alcança mais associados.

SITES OFICIAIS
http://www.chicletecombanana.com.br/
http://www.camaleao.com.br/
http://www.nanabanana.com.br/

 

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